Conheça o Canicross: esporte que une o homem ao cachorro

Do Esporte Espetacular

Disputa reuniu competidores de 14 países, na Bélgica. ´Brincadeira´ só não é praticada no verão europeu, quando os animais precisam ser poupados de maior esforço.

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Caldeirão – João leva seus cachorros para o palco

Do Caldeirão Do Huck

O participante do Lata Velha mostra para Huck alguns dos cachorros de sua ONG

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Teste revela como funciona a mente dos cachorros

Do Fantástico

Uma pesquisadora americana, que estuda animais de estimação, diz que os donos interpretam mal os cachorros. Segundo ela, o que eles mais entendem não são nossas palavras, mas os gestos e expressões.

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Cachorros abandonados causam transtornos para usuários de terminal em SP

Do Radar SP

O espectador Carlos Leandro dos Santos afirma que nove cachorros vivem no Terminal de Ônibus Grajaú. Eles vivem e dormem no local, causando transtornos como, por exemplo, perseguir crianças.

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Antes proibidos, cachorros viram fenômeno de popularidade na China

fonte: New York Times

Pequim tem 900 mil cachorros, e esse número cresce 10% ao ano.
Mimo aos animais reflete transformação econômica e social do país.

Chinesa brinca com cachorros em parque de Pequim (Foto: New York Times)

Xiangzi – que significa “sortudo” – não poderia ser um nome melhor para este bem cuidado husky siberiano. Sua dona, Qiu Hong, que trabalha com marketing esportivo, mima o animal com dois passeios diários, brinquedos e utensílios de cuidados com a higiene importados dos Estados Unidos, cerca de US$ 300 em ração e comidas, além do seu próprio sofá no apartamento.

Quando a cidade fica monótona, Qiu carrega Xiangzi no carro e o leva para um passeio – pelas estepes do interior da Mongólia, sete horas ao norte. “É um pasto enorme. Bem longe, mas muito bonito”, ela disse. “Ele adora assustar as ovelhas e fazê-las correr por toda parte”.

Metaforicamente falando, Xiangzi não é apenas um cachorro, mas um fenômeno social – e, talvez, um indicador da rapidez com que a China está passando por sua transformação de país pobre camponês a primeiro mundo.

‘Dog Boom’
Há vinte anos, quase não havia cachorros em Pequim. Os poucos que havia corriam o risco de acabar num prato de jantar. É possível encontrar ainda hoje pratos à base de cachorro. Mas é muito mais fácil encontrar pet shops de cachorros, sites de cachorros, redes sociais de cachorros, piscinas para cachorros – mais recentemente, é possível até frequentar cinemas e bares que aceitam cachorros na área de clubes noturnos no centro de Pequim.

Segundo autoridades da cidade, há 900 mil cachorros na cidade, e esse número cresce 10% ao ano. Isso são os registrados. Outros milhares não possuem licença.

A forma como essa transformação ocorreu representa, de certa forma, a história da China moderna. Séculos atrás, a elite chinesa tinha cachorros como animais de estimação; diz-se que o pequinês data dos anos 700 d.C., quando os imperadores chineses o tornaram o cachorro do palácio – e executavam qualquer que pessoa que o roubasse.

No entanto, na era comunista, os cachorros tinham mais um papel de guardas, pastores ou refeições do que companheiros. Dogmas ideológicos e necessidades durante os muitos anos de vacas magras da China renderam aos animais de estimação um caráter de luxo burguês. De fato, depois que os cachorros começaram a aparecer nos lares de Pequim, o governo decretou, em 1983, a proibição na cidade dos cães e sete outros animais, incluindo porcos e patos.

Economia e companhia
O renascimento econômico da China mudou tudo isso, pelo menos nas cidades prósperas. “As pessoas costumavam focar em melhorar suas próprias vidas, e não estavam familiarizadas com a criação de um cachorro”, disse Qiu. “Mas, com o desenvolvimento econômico, as perspectivas das pessoas mudaram. Há muito estresse, e ter um cachorro é uma forma de aliviá-lo”.

No entanto, há outros fatores para a recente popularidade desses animais: muitos donos de cachorros também dizem que a política do filho único da China tem espalhado o entusiasmo por criar um cachorro como forma de ter companhia para a criança, em famílias com filho, e preencher lares vazios quando o filho cresce e sai de casa.

Alguns dizem que os cachorros se tornaram um símbolo de status para os moradores de Pequim em escalada social. He Yan, 25 anos, dona de dois cachorros pequenos de raça híbrida, chamados Guoguo e Tangtang, disse que jovens como ela são chamados de “gouyou”, ou amigos dos cachorros. Os cães, segundo ela, se tornaram uma forma de exibir o gosto pessoal e de encontrar pessoas com interesses parecidos.

Para determinada classe com mais dinheiro do que juízo, ter um cão de uma raça especialmente premiada se tornou o equivalente chinês de dirigir um Lamborghini para ir ao mercado da esquina. O supra-sumo da pretensão parece ser o mastim tibetano, uma raça grande e feroz do platô tibetano que, diz a tradição, foi organizada por Genghis Khan numa unidade militar K-9 de 30 mil animais.

No ano passo, foi amplamente divulgado que uma mulher de Xi’an, cidade a oeste de Pequim, teria pago 4 milhões de renminbi – aproximadamente US$ 600 mil – por um único cachorro que foi escoltado para seu novo lar por comboio de 30 Mercedes.

Devoção
Aparentemente, os cachorros de Pequim se tornaram, assim como no Ocidente, alvo de afeição – até devoção – por parte dos donos. Nos finais de semana, centenas de donos de cachorros vão ao Pet Park, um SPA canino de 12 hectares a leste de Pequim, que inclui um restaurante para os cães e para os donos, um ringue para shows de cachorros, um percurso de agility para os animais, um cemitério canino e uma capela, um albergue para donos de cachorros, canil com 600 baias (onde os donos devem passar por uma tina desinfetante antes de entrar) e duas piscinas em forma de osso.

Os que matriculam seus cães têm garantia de uma hora de brincadeiras com o cachorro, banho semanal e um site onde toda segunda-feita eles podem ver fotos novas de seu animalzinho. O parque, inaugurado no ano passado, foi ideia de um entusiasta por cachorros que fez uma fortuna no ramo de refrigeradores, de acordo com Li Zixiao, gerente de vendas do parque.

“Todo mundo que traz seu cachorro para cá o considera como um filho”, ele disse.

Oposição
Mas uma coisa é certa, nem todos os moradores de Pequim são fãs dos cachorros. Um blog da cidade, o City Dog Forbidden, modera um debate acalorado entre os fanáticos por cães e as pessoas que acreditam, como um indivíduo escreveu, que os cachorros “estão perturbando seriamente a vida normal das outras pessoas”.

“O nascimento das necessidades humanas deve ser planejado, mas qualquer um pode ter um cachorro?”, perguntava um incrédulo. “Os recursos que conservamos por termos menos pessoas, nós os damos aos cães? É um problema muito sério. Estamos dizendo que as pessoas valem menos que os cachorros?”

Mesmo assim, a devoção dos donos de cachorros daqui parece ter amaciado até o coração do duro governo municipal. Em 1994, autoridades de Pequim relaxaram sua política de proibição de cães para “restringir severamente” os cachorros; em 2003, ela foi novamente mudada para permitir que qualquer pessoa pudesse ter um, mas limitando os cachorros da cidade a um tamanho máximo de 35cm de altura.

Em grande parte a lei não é considerada pelos que adoram cachorros – segundo eles, a lei é arbitrária e injusta. Diariamente, milhares de donos de cachorros de grande porte esperam até meia-noite, quando o policiamento é mais esparso, para caminhar pelas ruelas da cidade com seus adorados golden retrievers, labradores e pastores alemães. Em julho, uma proposta para aliviar as restrições ainda mais, submetida a um órgão consultivo legislador nacional, gerou quase 30 mil comentários na internet, em comparação a algumas centenas de opiniões para a maioria das outras propostas.

A cidade até mesmo abriu seu próprio parque para cachorros, minúsculo, com um canil rudimentar, um percurso de agility e uma piscina em forma de rim que, no verão, fica tão lotada quanto qualquer praia urbana.

Fora do cardápio
E o pequinês frito pode estar com os dias contados. Uma proposta formal para banir o consumo de carne de cachorro foi submetida à legislatura semi-independente da China, a Assembleia Popular Nacional. Nada que a legislatura faz se torna lei sem o consentimento do alto escalão, mas a proposta sobreviveu a duas rodadas de comentários públicos, o que é um bom sinal.

O patrocinador da proposta, um professor de Direito chamado Chang Jiwen, diz não adorar tanto os cachorros, mas adorar a China. “Outros países desenvolvidos possuem leis de proteção aos animais”, disse ele, em entrevista por telefone. “Com a China se desenvolvendo tão rapidamente, e cada vez mais pessoas criando bichos de estimação, as pessoas têm que saber como tratar bem aos animais”.

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Putin pede ajuda da população para escolher nome de seu cachorro

Da Reuters

MOSCOU – O primeiro-ministro Vladimir Putin convidou os russos a lhe ajudarem a encontrar um nome para seu novo bicho de estimação, recebido de presente do premiê da Bulgária no fim de semana.

‘Quem quiser pode enviar sua sugestão de nome masculino para o novo cachorro do primeiro-ministro ao site dele’, disse um comunicado do governo no site oficial www.premier.gov.ru

Depois que Moscou e Sofia assinaram uma série de acordos para incrementar o gasoduto South Stream, Putin, de 58 anos, era todo sorrisos quando o premiê búlgaro, Boiko Borisov, lhe presenteou com o cachorro karakachan.

Putin, que é faixa preta em judô e cultiva uma imagem de machão, abraçou o bichano de três meses antes de beijar seu focinho.

O cachorro terá de dividir os holofotes caninos com o amado labrador preto de Putin, Connie, que tem 11 anos.

Putin chegou a se gabar de que Connie era maior que o scottish terrier Barney, do ex-presidente dos EUA George W. Bush, de acordo com o livro de memórias de Bush, ‘Decision Points’, lançado nos Estados Unidos neste mês.

Assista ao vídeo da Globo News:

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Veja dicas para transportar o seu cachorro com segurança

fonte: Jornal Bom Dia Minas

O cachorro deve usar um cinto especial ou viajar na casinha.

Muita gente não sabe, mas é proibido transportar o animal de estimação com a cabeça para fora da janela do carro ou no colo. As regras são do Código de Trânsito Brasileiro. É uma questão de segurança, tanto para o animal quanto para motorista e passageiros. A veterinária Eliza Rosa Silveira dá algumas dicas para quem vai, por exemplo, viajar com o cachorro no fim de semana. (Veja o vídeo)

Segundo ela, é importante seguir as regras dentro da cidade e nas estradas, pois o transporte inadequado coloca em risco a saúde do animal. Ele pode também distrair o condutor, causando um acidente.

A forma correta de transportar é dentro de caixas apropriadas, com ventilação. O tamanho ideal, segundo Eliza, é aquele que permite o animal ficar de pé dentro e girar em torno do próprio eixo. O animal não pode fica muito solto dentro do equipamento. Para viagens longas, a caixa de acrílico é mais segura. Durante o transporte, a caixa deve ir na parte de trás no carro e no chão.

Há também cintos de segurança adaptados para cães, que podem ser encontrados por R$ 20. Ainda de acordo com a veterinária, o animal pode estranhar no começo, mas é preciso fazer com que ele se adapte. Uma dica é acostumar o cão com a caixa de transporte dias antes da viagem.

Ela recomenda parar de duas em duas horas em viagens longas. O animal precisa se alimentar, beber água e andar um pouco.

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Pesquisa revela que passear com cão diminui estresse

Do R7

Ingleses concluem que basta caminhar com cachorro para acalmar

Está cientificamente provado: passear com o cachorro é mais eficaz contra o estresse do que assistir à televisão e tomar uma taça de vinho.

A conclusão é de um estudo realizado pelo renomado instituto Mindlab, da universidade de Sussex, na Inglaterra, com 1.000 proprietários de cães. O resultado foi divulgado nesta sexta (6), no jornal britânico Daily Telegraph.

Mais da metade dos voluntários que participaram da pesquisa, mais especificamente 55% dos participantes, afirmou ficar mais relaxada após dedicar alguns minutinhos de seu dia na companhia do cãozinho.

Segundo um dos coordenadores do estudo, esse simples hábito desencadeia sensações profundas de alegria e calma nas pessoas.

Mas essa não foi a única revelação interessante da pesquisa. Um sexto das mulheres ouvidas afirmou contar seus segredos mais secretos apenas para seus cachorros.

E tanta intimidade não é exclusividade feminina. Um quarto de todos os entrevistados descreveram seus bichinhos de estimação como seus melhores amigos.

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Saiba qual é o tipo de coleira ideal para o seu cãozinho

Notícia do R7

A função principal da coleira é a de conduzir os animais, dando mais segurança tanto para os cães quanto para os donos, que conseguem ter mais controle dos passos do bichinho.

Mas o que nem todo mundo sabe é que existem vários tipos de coleiras, cada uma indicada para um tipo de cão.

Na reportagem a seguir, o adestrador Thiago Remorino explica quais são os diferentes tipos de coleira e ajuda você na hora de escolher a melhor para o seu animal de estimação.

Assista ao vídeo:

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Carol Castro conta uma história de confusão com seu cão

Do Domingão do Faustão

A atriz contou uma história de confusão com o cachorro Peter.

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Cadela militar dos EUA volta traumatizada do Iraque

Notícia do G1
A cadela Gina tinha 2 anos quando foi enviada para o Iraque para ajudar os militares como cão farejador altamente treinado. O pastor alemão ajudou os soldados americanos nas buscas realizadas em residências e assistiu a todos os tipos de explosões ruidosas.

Gina, a cadela do Exército americano que voltou da guerra com traumas (Foto: AP)

Ela voltou para casa, no Colorado, encolhida e com medo. Quando seus treinadores tentaram levá-la a um prédio, ela endureceu as patas e resistiu. Uma vez lá dentro, ela dobrou sua cauda debaixo de seu corpo e se encolheu no chão. Gina se esconde debaixo dos móveis ou em um canto para evitar contato com pessoas.

Um veterinário militar a diagnosticou como tendo transtorno de estresse pós-traumático – uma condição comum entre humanos e que os peritos dizem que também pode afligir cães. “Ela demonstrou todos os sintomas e tinha todos os sinais”, disse o sargento Eric Haynes, comandante do canil na Base Peterson da Força Aérea. “Ela tinha pavor de todos.”

Um ano depois de voltar do Iraque, Gina está se recuperando. Caminhadas freqüentes entre pessoas amigáveis e uma reintrodução gradual para os ruídos da vida militar a fizeram começar a superar seus medos, disse Haynes.

Trauma
O transtorno de estresse pós-traumático é bem documentado entre militares americanos que regressam das guerras no Iraque e no Afeganistão, mas a sua existência nos animais é menos clara. Alguns veterinários dizem que os animais experimentam o trauma, ou ao menos uma versão dele.

“Existe uma condição em cães que é quase exatamente a mesma, se não é exatamente a mesma, que o transtorno de estresse pós-traumático em seres humanos”, disse Nicholas Dodman, chefe do programa de comportamento animal na Universidade Tufts. Mas alguns veterinários não gostam de aplicar o diagnóstico para os animais, pensando que isso pode ofender recrutas entre os militares, disse Dodman. Ele acrescentou que o diagnóstico nos animais não significa que há ofensa ao pessoal militar.

Os militares definem transtorno de estresse pós-traumático como uma condição que se desenvolve após um trauma com risco de morte. As vítimas sofrem três tipos de experiências muito tempo depois, mesmo em um ambiente seguro. Elas repetidamente voltam a experimentar o trauma em pesadelos ou memórias vívidas. Eles evitam situações ou sentimentos que os lembre do evento, e eles se sentem nervosos todo o tempo.

Gina
Quando Gina voltou ao Colorado, no ano passado, após sua passagem de seis meses no Iraque, ela não era mais o “grande filhote” que a base conhecia, Haynes lembra. Ela tinha sido atribuída a uma unidade do Exército, e seu trabalho era a busca por explosivos depois que os soldados entravam em uma casa. As tropas muitas vezes usavam métodos barulhentos, usando granadas de efeito moral e derrubavam portas com chutes, disse Haynes. Além disso, Gina estava em um comboio que teve um veículo atingido por uma bomba improvisada.

Ao voltar para casa, Gina não queria nada com as pessoas. “Ela tinha se afastado da sociedade como um todo”, disse Haynes, que já trabalhou com mais de 100 cães em 12 anos como treinador. Ele disse que viu outros cães atingidos por trauma, mas nenhum tão mal como Gina.

Haynes e outros treinadores passaram a levar Gina a caminhadas, para ajudá-la a superar o trauma. “Ela começou a aprender que nem todo mundo estava tentando pegá-la”, disse Haynes. “Ela começou a atuar mais socialmente de novo.”

Segundo o treinador, a equipe está cuidado para não deixar sua afeição interferir com a boa formação da cadela. Tratar Gina como um ser humano – por exemplo, confortando-a quando ela está com medo – pode deixá-la pensar que seu treinador fica feliz quando ela está com medo.

Eventualmente, ela pode ser capaz de retornar a atuar em situações de perigo real, como o fez no Iraque, mas isso apenas daqui a um ano, disse Haynes. “Nós não estamos pensando em fazê-lo a qualquer momento no futuro próximo, porque, obviamente, não queremos estragar tudo o que já fizemos”, disse ele.

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Militar resgata filhote de cão chutado como bola no Afeganistão

Da BBC

Um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida foi resgatado por uma militar britânica no Afeganistão que o viu ser chutado como uma bola de futebol por um grupo de crianças.

Segundo a médica Sarah Marriott, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou (Foto: Nowzad Dogs/BBC )

Segundo a médica militar Sarah Marriott, de 30 anos, o cão era do tamanho de sua mão quando ela o resgatou, há seis meses, durante uma patrulha a pé na província de Hellmand.

Ela diz que o dono do filhote havia pedido aos meninos que o afogassem, porque ele não o queria. Em sua descrição, as crianças tratavam o cachorro como um brinquedo.

A soldado diz que quando o encontrou, o cão estava em um estado tão precário que ela achou que ele não conseguiria sobreviver.

Marriott levou o cão à sua base e conseguiu recuperá-lo graças a uma dieta de mingau de aveia e apresuntado enlatado, além de muito carinho.

Transporte

Após seis meses de tratamento, ela conseguiu que a organização de proteção dos animais Nowzad Dogs o transportasse de avião para a Grã-Bretanha.

Reorg se recuperou com uma dieta de mingau de aveia e apresuntado (Foto: Nowzad Dogs/BBC)

O filhote foi batizado de Reorg, que é um jargão militar para descrever uma sessão de análise de uma operação após sua execução.

Reorg foi levado à Grã-Bretanha no compartimento de carga de um avião, ao custo de 3.500 libras (cerca de R$ 9.600) e está em quarentena em um canil na região de Devon, no oeste do país.

Assim que o cachorro for liberado da quarentena, Marriott pretende entregá-lo a parentes para que cuidem dele.

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