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Explique se Puder.
Posted on agosto 10th, 2010 1 comment
Uma rainha grega.

Que porra é essa?
Vou nem tentar entender.Arribenhos, quem conseguir explicar, explicite-se nos comentarios, por favor!
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Como Fazer lindos Chinelos.
Posted on agosto 10th, 2010 1 comment
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este copo.
Posted on julho 22nd, 2010 2 comments
eu penso GARBHGL … -
Magia, simplesmente magia.
Posted on julho 22nd, 2010 No comments
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2. Relação Religião/Mitologia
Posted on julho 9th, 2010 1 commentArribenhos, o ‘capítulo’ 1 eu pedi para um amigo fazer, como favor (ele entende mais disso do que eu), e eu estou esperando ele me mandar. Enquanto isto – vou começar as postagens pelo capítulo 2, e depois complemento com o 1.
Existe um sério problema em se trabalhar assuntos como mitologia e religião, e ele se chama ‘conceitos errados’. Visto que uma das propostas deste post é esclarecer o leitor, vamos à conceituação. O Dicionário Houaiss define religião como sendo :
1 Crença na existência de um poder ou princípio superior, sobrenatural, do qual depende o destino do ser humano e ao qual se deve respeito e obediência
2 postura intelectual e moral que resulta dessa crença
Ex.: homens ímprobos, que vivem longe da r.
3 sistema de doutrinas, crenças e práticas rituais próprias de um grupo social, estabelecido segundo uma determinada concepção de divindade e da sua relação com o homem; fé, culto
Exs.: r. cristã, r. islâmica
4 culto que se presta à divindade, consolidado nesse sistema
5 observância cuidadosa e contrita dos preceitos religiosos; devoção, piedade, fervor
Ex.: viver frugalmente, dia a dia, na r.
…
E mitologia como sendo :
1 conjunto dos mitos de determinado povoExs.: m. gregam. escandinava1 conjunto dos mitos de determinado povo
Exs.: m. grega, m. escandinava
Mito :
1 relato fantástico de tradição oral, ger. protagonizado por seres que encarnam as forças da natureza e os aspectos gerais da condição humana; lendaExs.: m. e lendas dos índios do Xingu, os m. da Grécia antiga, o m. de Narciso….É claro que não é somente isto que aparece como definição – mas é o que nos interessa para a exposição.Como fica claro pela leitura de ambas conceituações, é fácil fazer uma bela de uma confusão. Isto esclarecido, vamos ao que interessa (mulheres peladas!), os tópicos propostos.a. Representações dêiticas- i. A Natureza e as representações;
Sem dúvida alguma, a Natureza e seus fenômenos são as principais “fontes” que os primeiros povos utilizaram na construção de seus mitos e religiões (se é que se pode falar de religião em grupos sociais sem instituições definidas). É da natureza humana buscar explicações para eventos aparentemente inexplicáveis – como o crescimento das plantas ou o envelhecimento do corpo humano, e é desta busca “instintiva” que surgem as os mitos, lendas, deuses – enfim, todos os elementos do que mais tarde será considerado o panteão de cada cultura.
Dois lindos exemplos são as culturas celta e acadiana ( não, não é o mesmo acadiano que aparece no “Escorpião Rei”) - para elas, de diferentes modos, os fenômenos da Natureza são deuses e sagrados “por si só”. Como diz Bernard Cornwell em seu romance ‘Stonehenge’ : ” …. sua tarefa [do sacerdote] era manter contentes todos os deuses rivais, não somente o sol e a lua, mas o vento, o solo, o riacho, as árvores, os animais, o capim, a samambaia e a chuva, todos os inumeráveis deuses, espíritos e poderes invisíveis.”ii. Representações semelhantes.
Este é um tópico que tenho certeza que gerará comentários “desagradáveis”, mas vou colocar aqui mesmo assim.
A análise comparativa das primeiras mitologias e religiões permite a afirmação de que ambas dificilmente são renovadas. Aparecem sempre os mesmos elementos, moldados de modos diferentes. É possível notar um ‘n’ número de semelhanças entre mitos e deuses de diferentes culturas, e até mesmo “personagens religiosos” construídos a partir de elementos de culturas mais antigas.
Para exemplificar esta última exposição irei pegar para Cristo o cristianismo (que trocadilho porco). A “decomposição” dos elementos que formam a imagem santificada de Jesus Cristo – de seu nascimento, à sua vida e morte – permite a identificação de características e feitos atribuídos a deuses de outras religiões. Exemplos mais caros são a sua morte e ressurreição, associados à cultura persa, que por sua vez esta diretamente relacionada a fenômenos naturais (mais explicitamente o ciclo solar). Para um maior aprofundamento neste aspecto do post, sugiro que assistam a primeira parte do filme Zeitgeist.
Enfim, a falta de renovação dos elementos formadores de mitologia e cultura faz com que apareçam ao longo da Historia diversas figuras semelhantes mas com significados e “papeis” diversos. É importante manter isto em mente na medida em que os posts forem sendo publicados – pois favorecerá um entendimento mais amplo de quase tudo que for exposto.Bibliografia do post:
Stonehenge – Bernard Cornwell
Encyclopedia of Mythology – Norse Classical Celtic – Arthur Cotterel
Essencial Visual History of World Mythology – National Geographic -
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Posted on junho 16th, 2010 No commentsArribenhos, eu sou um inútil e não consegui terminar o post a tempo. Assim que conseguir eu coloco ele aqui. ;*


Vuvuzela é igual punheta - Só é bom para quem toca.
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